
Apesar de não se dispor de dados científicos comprovados, estima-se que uma pessoa recém-infectada seja potencialmente transmissora do HIV dentro de 2 a 4 dias após contrair o vírus. O HIV consegue enfraquecer o organismo da pessoa infectada atacando certos linfócitos, os defensores naturais do corpo.
Não se pode dizer que existam sintomas diretamente relacionados ao vírus da Aids. Na verdade, devem-se às chamadas doenças oportunistas, aquelas que se aproveitam do enfraquecimento do organismo para se instalarem, como tuberculose, pneumonia etc.
Por outro lado, existem vários sinais do desenvolvimento da Aids. Entre os mais freqüentes, encontram-se:
SINAIS DA AIDS
- Emagrecimento rápido, com perda de mais de 10% do peso corporal;
- Diarréia prolongada (por mais de 1 mês);
- Febre persistente (por mais de 1 mês);
- Tosse seca, sem motivo aparente;
- Suores noturnos, cansaço;
- Candidíase (sapinho) persistente – na boca ou na genitália;
- Manchas avermelhadas pelo corpo.
O tempo para um soropositivo apresentar sintomas varia muito: não existe qualquer prazo definido. A maioria passa mais de dez anos sem nada e alguns podem até nunca desenvolver Aids, mesmo estando infectados pelo HIV.
FATORES DE RISCO
- Relações sexuais sem camisinha (através do contato com esperma e secreções vaginais contaminadas);
- Compartilhamento de seringas e agulhas, ao usar drogas injetáveis;
- Transfusão de sangue contaminado;
- Mãe contaminada para o filho: durante a gestação, no parto ou pelo aleitamento materno;
- Instrumentos não-esterilizados empregados em procedimentos invasivos (que penetram no corpo), como alicates de unhas, agulhas para tatuagens ou acupuntura, lâminas de barbear etc.
Fonte: www.unimeds.com.br
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